domingo, 16 de dezembro de 2012

Os EUA e a cultura da guerra





Essa semana assistimos a mais um massacre em uma escola nos Estados Unidos. Todos se perguntam o porquê de tanta barbárie num país tão rico. Claro que não é apenas lá que coisas desse tipo ocorrem, já tivemos inclusive no Brasil. Mas são casos isolados, raros, lá, é recorrente.

Acontecimentos dessa natureza são o transbordar de uma cultura de violência e de resolução dos problemas por meio das armas. A maior potência econômica do mundo precisa alimentar sua fome de riquezas mesmo que essas pertençam a outra Nação. Para isso, a opção é utilizar-se da ferramenta mais sangrenta de manutenção do poder: a guerra. Armar-se para combater o inimigo, mesmo sendo ele o vizinho ou parente é tão normal para um Norte-Americano quem dirá se for um estrangeiro ou algum “País Terrorista”.

É preciso fazer prevalecer outra lógica de convívio entre as nações. A luta antiimperialista é hoje a bandeira que une todos os povos em busca se uma solução para os problemas do mundo. Em pleno século XXI não é concebível tanto poder, tanta riqueza estar concentrado em apenas um País, o qual ataca, massacra e bombardeia a quem obstaculizar seu caminho sem que haja uma reação nem por parte da entidade que foi criada para combater tais abusos. A ONU hoje é uma piada, com quem podemos contar?

Os BRIC´s: precisamos de uma nova liderança mundial
O Brasil tem crescido, se desenvolvido e mostra que é possível sim, liderar sem massacrar, se desenvolver na medida em que fomenta o crescimento dos demais países, beneficiar-se de relações comerciais justas e solidárias. A exaltar as lágrimas hipócritas de Obama, prefiro saudar a mão solidária dos governos Lula e Dilma, estendida aos irmãos da África e América Latina.

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